quinta-feira, 4 de março de 2010

Presidente dos EUA não cumpre promessa feita para sua Mulher antes de chegar ao Poder...

Em 2006, o atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama prometeu a sua mulher Michelle que se vencesse as eleições à presidência de seu país iriar parar de fumar. Após quatro anos dessa promessa, o casal já vive na Casa Branca há mais de um ano e o presidente norte-americano ainda não conseguiu abandonar o vício.

A promessa falha de Obama se comprova numa frase com seis palavras, escritas no relatório do primeiro exame médico que ele fez enquanto presidente, da seguinte forma: "Tentativas continuadas para deixar de fumar." Esse documento mostrou também a lista de remédios que ele tomou, incluindo uma "terapia de substituição de nicotina automedicada". Trocando por miúdos, Barack Obama à várias pastilhas de nicotina. Todas, sem sucesso. 

O jornal "The Times", garante que o mesmo relatório foi o quanto bastou para desencadear uma série de interrogações sobre a gravidade do vicío do presidente dos Estados Unidos. De tal forma, que o seu assessor de imprensa, Robert Gibbs, já teve de vir a público para se retratar, que o próprio presidente admitiu aos norte-americanos no ano passado, quando revelou que, de vez em quando, "sai dos carris" e fuma um cigarro. Um discurso menos preocupante de seu médico pessoal, o capitão da marinha Jeffrey Kuhlman, dizendo que o relatório não deixa margens de dúvidas e define que Obama é um fumador a sério.
 
Nada é comprovado sobre a proporsão do vicío de Obama, mas ele não gosta de ser questionado pelos jornalistas sobre isso, até mesmo por causa do sensacionalismo exacerbado vindo por parte da imprensa aliado com os ataques da oposição que estão com duras critícas ao seu plano de governo e sua desenvoltura no seu primeiro ano de mandato.

Dizem as más linguas, que a marca de cigarros predileta pelo presidente norte-americano é a Marlboro e que Obama até possue um lugar predileto para matar o vício - West Colonnade, um espaço que fica a caminho da Sala Oval, em direção ao Rose Garden.
 
A primeira-dama, Michelle Obama é que parece não apreciar as pausas para fumar do marido. Numa entrevista, em 2007, ao programa "60 minutos" da cadeia de televisão CBS foi peremptória, ela declarou: "Detesto." Na mesma entrevista, Michelle afirmou  o fato do marido já ter largado o fumo. "Fui eu quem tirou o vício dele. Essa foi a imposição que elas fez para que ele entrasse na corrida presidencial", ressaltou ela na entrevista.

As declarações da primeira-dama dos Estados Unidos estão no livro "The race of a lifetime" - um relato da campanha presidencial de 2008 -, em que é revelado que, meses antes da entrevista à CBS, Michelle exigiu mesmo ao marido a promessa que deixasse de fumar. Caso contrário, ela não apoiaria Barack na corrida à Casa Branca.
 
E nesse ano, foi o próprio Obama declarou numa entrevista para à revista "Men's Health", que ainda fumava ocasionalmente. Porém, acrescentou: "Acredito que, estando na corrida presidencial, preciso de cortar na dose da nicotina."

É importante salientar que é preciso separar vida pessoal, de acontecimentos políticos, não é porque Barack Obama não conseguiu abandonar o vicío de fumar feita para sua esposa é que ele não será um bom governamente, até porque esse fator não depende apenas dele, mas de sua reação orgânica, por isso é importante que a imprensa mundial vá devagar com más pressunções e juízo de valor nas colocações que não sejam coerentes e nem venham acrescentar em nada, mas por outro lado sabemos que tem todo um interesse político por trás de todos esses acontecimentos e isso é para derrubar um Cara que não virou presidente da superpotencia mundial em um passe de mágica e sim de um Homem que lutou muito, pondo em cheque até mesmo a própria vida para a conquista do poder...

Uma Pessoal que luta pela Igualdade Racial e não Propoga a Segregação Racial...Uma Homem Negro que chegou ao poder dos EUA São e Salvo, com Vida..Tendo em vista que todos os candidatos Negros dos Eua morrerram duramente assinados, até mesmo antes da corrida presidencial de cada um deles e os presidentes brancos que eram aliados da causa também foram mortos, como é o caso de Jonh Kennedy que deu certo forma deu respaldo político consideravel para Martin Luther King, Pastor da Igreja Batista e Ativista do Movimento Negro Norte Americano.

Fatos como estes mostram e reafirmam que Um Negro no Poder ainda incomoda há muitos, sem falar que ele já encontrou a economia quebrada e muitas problemáticas nas relações intsitiucionais od EUA com os outros país, como por exemplo nas negociações de Paz com o Iraque e o envio de tropas do exército para o sólos iraquianos e permanência do exército dos EUA no Haiti, em momento anterior ao terremoto desse ano, pelo governo de Bush...Então falar é Fácil, 
mas assumir os compromissos da Casa Branca muitos dispensam...Falar é Fácil..Quero ver fazer!

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